Falta de pagamento de salários mobiliza professores da UC para organizar Ato Público

Os professores presentes na Assembleia do dia 8/11, decidiram por unanimidade manter o estado de greve e, em função de mais um descumprimento referente ao pagamento do salário do mês de outubro, marcado para ser realizado no dia 6/11,  deliberaram as seguintes ações:

– Encaminhamento de Ofício ao MEC em nome da presidência do Sinpro-Rio, para denunciar o descumprimento do Termo de Saneamento de Deficiência;
– Ida ao Ministerio Publico para denunciar mais irregularidades trabalhistas;
– Organização de um Ato Público a ser realizado no dia 12/11, a partir das 9h em Ipanema, denunciando à sociedade o desrespeito aos órgaos publicos como o MP e o MEC e descumprimento dos acordos com os professores;
– Assembleia no dia 14/11, para deliberarmos sobre a não aplicabilidade da avaliação (A1) no dia 18 deste mês, conforme estabelecido no Calendário Acadêmico;
– Pela falta de pagamento aos professores que tiveram seus regimes de trabalho revertidos;
– Pela falta de infra-estrutura das Unidades e de segurança nos campi;
– Pela falta de pagamento das verbas rescisórias dos professores demitidos.

O Grupo Galileo, numa desculpa infundada, alegando de ter tido suas “contas bloqueadas de forma arbitrária” em função de ações trabalhistas, mais uma vez insiste em atribuir aos professores a responsabilidade por tal manobra. Além do atraso no pagamento do mês passado, vale lembrar a situação dos colegas que tiveram seus regimes de trabalho revertidos e não receberam seus salários do mês de setembro e os atrasados referentes ao mês de janeiro (50%) + 1/3 referente às férias de janeiro de 2012. Estamos também diante da irregularidade da mantenedora que pratica demissões, estas sim, arbitrárias, sem o pagamento das verbas rescisórias.

Ressaltamos ainda que consideramos que as ações da Adoci significam uma verdadeira conquista, junto ao Sinpro-Rio, ao derrubarmos a proposta do Grupo Galileo obrigando os professores em situação revertida, solicitarem licença sem vencimento (o que ocasionaria aceitarem não receber o pagamento referente ao mês de setembro),e, posteriormente, lutamos pelo não parcelamento em seis vezes do pagamento do salário de setembro a estes mesmos professores que aceitaram passar para horistas.

Lembramos ainda, que atitudes isoladas sem ser levadas às entidades sindicais e votadas, tornam-se sem respaldo jurídico e legal.

O Sinpro-Rio e a Adoci estão abertos para ouvir e levar para a plenária, em Assembleia, as reivindicações da categoria como um todo.

A luta continua e juntos somos mais fortes!

TODOS À ASSEMBLEIA NO DIA 14/11, QUINTA-FEIRA, ÀS 14HORAS, NO AUDITÓRIO DO SINPRO-RIO!

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